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4 de mar. de 2011

História da Semana: Uma noite de sexta-feira

Olá honráveis leitores do TNJ!


O poderoso-chefão do blog e seus colaboradores estão decididos a melhorar ainda mais esse espaço. E como agora, com muito orgulho, estou também na equipe farei minha parte nessas mudanças.


Semanalmente será postado por mim a "História da Semana". Não haverá dia específico, mas com certeza toda semana haverá um post dedicado a ela. Aviso que nem todas as histórias postadas será de minha autoria, quando isso acontecer, colocarei onde a encontrei. Mas farei o possível que maioria delas sejam assinadas pela Lucena aqui. \o/


Aviso também que não se preocupem. As histórias serão curtas, mas sempre procurarei passar alguma mensagem com elas.


E como tudo na vida é experiência, continuarei com esse pequeno projeto se vocês o aprovarem. Por isso, não deixem de comentar.


UMA NOITE DE SEXTA-FEIRA


Sexta-feira, 19h. Você sai do trabalho e/ou curso bastante cansado. Ou simplesmente tinha passado o restante do dia sem fazer nada em casa depois de uma manhã exaustiva. Vai pro computador, entra no MSN, Orkut, Facebook, Twitter... Não vê nenhuma novidade. Começa a bater aquele tédio. Já fica pensando: "provavelmente minha noite vai ser vendo novela/seriados, assistir Big Brother e comer comida congelada quando tiver fome." Os ruídos normais da sua casa começam (familiares ou companheiros de apartamento falando e fazendo coisas alheias a você; caso você more sozinho é pior ainda, já liga a televisão para ter um barulho na casa), você sabe que aquilo dali também significa que é a monotonia chegando para te fazer companhia.


Mas aí... bem na hora do banho seu telefone toca (porque telefone sempre toca naquelas horinhas inconvenientes)... Você sai molhando todo o banheiro e o telefone para atender. Escuta a voz do seu amigo dizendo palavrinhas mágicas: "vamos sair com a turma?"

Ebaa! \o/ Você termina de tomar banho rápido e começa a pensar que nem tudo pode estar perdido ainda. Afinal, você vai ter aquela oportunidade de se desestressar com a galera depois de uma semana de cão!!! lo/\o/\ol

Uma hora depois, ao encontrar com sua turma você já começa a rir. Aquele rapaz tímido já está bêbado e está filosofando aos quatro ventos que ama vocês e começa a dizer o quanto é fã de Paulo Coelho. As pessoas mais corajosas da roda começam a fazer brincadeiras que vão aumentando de nível e cada vez mais com menos seriedade... As fofocas começam a rolar; ou melhor, elas começam a acontecer! Dança, música e muitos risos imperam naquele ambiente entre vocês. Quando menos se vê já está na hora de fechar o lugar em que estão. São os últimos clientes que saem.


"E agora?" pergunta um. "Ah, vamos todo mundo lá pra casa que a noite ainda não acabou!" responde outro. Começa a maratona para continuar com a galera. Alguns poucos desistem, mas os mais legais (geralmente) persistem. Lá na casa do seu amigo, alguém pega o violão e vocês começam um luau sem lua e sem praia e ainda por cima num ambiente fechado. A cantoria desafinada se inicia e a última coisa que você pensa é se os vizinhos estão dormindo. Você ri mais. Começam a discutir as fofocas que rolaram no começo da noite; e se você for o alvo da fofoca é ainda mais intenso o momento. Não vai parar de chover conselhos/críticas/zuações sobre você.

Alguns começam a dormir ali mesmo. Você olha para o céu. Um rastro de luz vem surgindo... Droga. Você se despede e ajuda alguns amigos que precisam, dando um de motorista ou companhia para casa. (Nesse caso se não for você que precise de ajuda).

Você chega na sua casa muito cansado e bem satisfeito. Pode acabar se jogando na cama no mesmo estado que chegou ou se arrisca para um banho rápido antes de deitar.

Mas ao sentir o cheiro do travesseiro, um leve sorrisinho brinca nos seus lábios... "Ah, hoje ainda é sábado!". Dorme serenamente pensando em quais surpresas sua noite pode te reservar de novo.


12 de jun. de 2010

Miss that I never had (Saudades do que nunca tive)

Miss that I never had (Saudades do que nunca tive)

Ontem assistindo um filme com a galera do curso (mas precisamente BABEL), senti uma mão  quente e macia em meus ombros (eram de uma mulher), foram segundos mas que marcaram em mim, por incrível que pareça.
Foi a primeira vez que me senti acolhido, como nos braços de uma mãe, (já que eu nunca tive uma) eram quentes, tão quentes que eu não sentia mais frio.
que eu fiz um filme inteiro, baseado em meus pensamentos de um cara no qual não foi acolhido por sentimentos maternais:

"O protagonista que conhecia uma mulher bem mais velha, mas que ele admirava muito, tocou em seus ombros, e nunca mais esqueceu aquele toque, então um certo dia ele sofreu um acidente e bateu a cabeça muito forte. Sobreviveu porém não se lembrava de quem ele era e muito menos de sua história passada, mas com a ajuda de seus amigos (as) que o conhecia, ele ia colocando em sua mente os momentos presentes resultando em um melhoramento em seu desenvolvimento mental.
Com esse desenvolvimento, suas lembranças iam voltando em fragmentos, que para ele não significava muita coisa, apesar de uma -  o tal toque - então ele pedia para todas as mulheres que o conheciam que colocasse as mãos sobre os ombros dele.
O tempo passa, as coisas mudam, e ele fica com a aparência mais velha, porém muito confuso com sua situação e em busca da pessoa que marcou a única lembrança significativa que restou. Até que um dia, em que não haviam mais esperanças, e de novo ocorreu um acidente, dessa vez gravissíma  o protagonista estava a beira da morte, a tal pessoa subtamente apareceu e por impulso o toca, então todas as lembranças que haviam destruído os cadiados do passado voltaram de uma vez só, o choque foi tão grande que seus neurônios confrontaram uns com os outros, destruindo seu cerébro levando o a morte".

MORAL DA HISTÓRIA: Eu sou meio estranho.





3 de mai. de 2010

I am iron man! (Eu sou o Homem de Ferro)

I am iron man! (Eu sou o Homem de Ferro)



Saudações Cordiais, e porque não com um pouco de explosões com gosto de pipoca (wtf?)


Hoje fui com o Muralha assistir Iron Man 2, que por sinal é um filme fudido de foda, muito bom mesmo recomendo! Assistam, sério vale muito apena, confira o trailer...




*-* Iron Man we love you!

No shopping avistei 4 personagens conhecidos, como:

 Carol Ribeiro (vj da Mtv sem contar que ela é modelo) (ela estava separada de mim apenas por uma cadeira vaga e uma mulher no cinema *o*)















Logo na entrada o comediante e integrante do Hermes e Renato e porque não vocalista do Massacration, Detonator. Bruno Suffer;




















Sem contar que fomos "entrevistados" por uma mulher que não me era estranha, e depois eu lembrei que tinha visto ela no SuperPop (não sei o nome dela, quem souber me fale);















E por último uma entidade, alguém que cujo leva seu nome com palavras sábias de paz e harmonia. Dalai Lama!



















Na verdade eram um de seus seguidores mesmo...

Às vezes é bom sair, curtir um pouco e párar de pensar na vida, rotina e essas coisas que deixa o ser humano confuso.

Aquele abraço galera!

27 de mar. de 2010

Gossip Girl (Edward and Jacob)

Holla, niños y ninãs!

Meus títulos estão me surpreendendo muito...

Enfim, ontem dia 26/03 foi o aniversário da Gisa, aliás (http://www.gifeder.blogspot.com/) fui convidado, e pude levar quem eu quisesse, levei meu amigo e sócio Endi, ou seja, eramos dois adolescentes numa festa de 13 anos, com muitos pirralhos e meninas loucas.

Agora você se pergunta: "Mas o que tem haver com a P%$#@ do título?". Ai que eu te explico. Eu já dei umas olhadinhas ou outras nessa série Gossip Girl, e pelo que eu entendi eram pessoas da alta sociedade, sempre indo em festas, e tinham conflitos entre casais (para quem gosta de Gossip Girl, deve tá me xingando...). Na festa da Gisa, não era tão diferente, mas calma ai, na série eram jovens com mais de 18 (disso tenho certeza) e lá eram de 13 anos... (esse tipo uma situação consideraria tensa).

E como bons seres vivos, nos adaptamos ao ambiente, mas isso, só depois de, vamos dizer, um bom xaveco e meninas que queriam a gente (!).

Mas primeiro um relatório daquele hábitat: Existiam as meninas que só dançavam, tinham os moleques retardados (no qual queriamos matar todos), os meninos que queriam "pegar" alguém (poxa como as coisas mudaram, com 13 anos era inocente hahaha), as meninas populares, os excluidos, um mais que todos, as nerds, as meninas que zoavam e curtiam caras mais velhos e a gente (mas claro na cadeia alimentar bem acima).


Na verdade a nossa missão era causar o terror, mas acabou não dando certo, por vários fatores. Conhecendo um pouco o lugar, nos aventuramos no condomínio e encontramos umas fontes, onde lá, nos cercaram, várias meninas lindas e loucas insandecidas, nos perguntando várias coisas, uma delas era uma loirinha dos olhos azuis meio fucking crazy, mas muito linda mesmo, tirando a "maconheirinha" que quase forçou a gente fumar, dizia ela que era totalmente maluco a sensação, sendo que ela fumou uma vez.
Até que uma pergunta veio à tona "Onde vocês estudam?" Resposta: "Boanova" - orgulho? Nenhum. (Tá bom que elas estudavam no Vera Cruz...) Enfim, elas entenderam que estudavamos no "Luanova" (...) "Aaahh que nem no Crepúsculo!!!". E a melhor parte, olharam pra gente, então: "-Nossa, sabe quem ele parece? O Jacob (*o*) "Wtf?". "-E ele... o Edward...oriental!" "wtf? [2]". Enfim pegamos as minas, sério, pegamos as minas (uhuuuu). Depois disso os moleques que xingamos, veiram falar com a gente pagando um pau (crianças).

Além de só conhecer a Gisa, tinha a Marina e as amigas dela, que como citei era "as nerds", e viciadas em mangá, sem esquecer da menina que não pode dar café, que fala rápido e ama mangá mais que tudo, ah e também que decorou a fórmula de Bháskara (é assim que escreve?). Uma palavra que descreve todas elas: BUFULA!

O mais engraçado de tudo, foi que saimos tão tarde que não tinha mais transporte público, e fomos andando desde o Alto de Pinheiros até em casa em plena madrugada calma e com nenhum ser humano passando na rua.

Mais uma aventura de Endi Pescotapa & Paulinho Paulistinha.

Obrigado Gisa *o* você cresceu, mas sempre seja a piquena

Fui!

20 de mar. de 2010

Ensaio tomado no Jiraya - Mulheres

Ensaio tomado no Jiraya - Mulheres

Saudações.

Lendo esse título, você deve imaginar algo respectivo a mulheres, por exemplo, que eu me dei bem ou algo parecido... mas não.

Tenho absolutamente nada contra mulheres, aliás acho a o elemento mais importante do mundo, mas as vezes elas atrapalham, até para um simples ensaio.

Todos temos rolos, ou alguém que gostamos em especial, mas tem hora para por exemplo, encontrar com essas pessoas.
Pois bem, hoje sábado, nós da banda Behavior (nome fixo) ensaiamos, não foi só um ensaio foi "O ENSAIO", todos tocando bem, e possivelmente sicronizados (ALELUIA!) junto com nosso mais novo integrante, O vocalista (palmas).

Eu e o outro guitarrista chegamos exatamente às 14h00 (horário marcado) na casa do batera, com a seguinte notícia do mesmo: "-Então... hoje não vai dar pra tocar muito, só até às 16h00 porque vou comprar açúcar para minha mãe". Quem acreditaria nisso? Pois é. Chegou logo em seguida o vocalista e o baixista. Tocamos, tocamos, até que o batera falou: "-Calma ae vou fazer uma ligação!". Saiu, voltou. Tocamos, tocamos, deu o horário e ele se foi... a banda por consequência também, mas ele saiu não para "comprar açúcar para a mãe" e sim para encontrar com a mina da "faculdade".

Agora pare, pense. NO MEIO DO ENSAIO O BATERA SAIU PARA ENCONTRAR COM UMA MINA.

Migramos para a casa do baixista e ficamos duas boas horas na brisa eterna do Bob Marley em dias de colheita feliz da plantinha da felicidade aluscinogena. Enquanto isso os vizinhos que por conhecidencia são uma banda e moram numa república, estavam tocando loucamente, e nós (...).

Por isso que eu falo: "O Amor é para os fracos!".




Acabo o post parabenizando o pessoal da banda, esse ensaio foi o melhor!

Em breve quadrinhos feitos por mim. ☺

21 de fev. de 2010

Banda Pila Negra

Banda Pila Negra

Hoje, contarei uma pequena história, mas que mudou minha vida.

Tudo começou com uma pequena brincadeira, mas agora se tornou algo sério. Pois é, temos fases na vida, a infância onde fazemos primeiras amizades aquelas que você leva pra vida toda, desenhos que marcam, brincadeiras, brinquedos, lugares. Depois vem a transformação na pré-adolescencia, primeiro beijo, sonhos, zuação, mudança de pensamentos, indo finalmente ondeme encontro, na maturidade, nos objetivos certos da vida, na responsabilidade, a adolescencia.

Todo garoto adolescente que se prese e que curti rock, tem um desejo de fazer uma banda, tocar algum instrumento, ser famoso. Eu queria ter aprendido à tocar guitarra bem antes de tudo isso, mas me encontrei só agora nessa de instrumentos musicais e banda.

No final de 2008, teve o primeiro festival de música na minha escola, e como nessa época no ensino médio (agora estou no 3° ano) na escola, a maioria eram os metaleiros, só tocaram o bom e velho rock n' roll. Ainda nesse ano não tocava quase nada, ou nada, pois graças a um jogo chamado GUITAR HERO III, tinha comprado uma guitarra fazia pouco tempo. 

E esse festival me motivou a aprender alguma coisa. Até que um amigo meu, que na escola  é considerado o melhor guitarrista, e realmente ele é, me ensinou o básico, e também me deu dicas de como pegar músicas etc.

Passou-se mais uns meses, e descobri um filme em um canal da tv à cabo, Universal Channel, School of Rock (Escola de Rock), eu comecei a assistir, e gostar muito, pois tudo envolvia ensinar crianças a tocar rock e fazer um grande show. Era um sinal? Ou só coisas da minha cabeça? Só sei, que esse filme, foi mais um motivo de treinar, treinar e treinar.

Ano passado, conheci muitas pessoas, mais do que deveria, e ainda bem, tanto que meu status de "popularidade" aumentou. Conheci outras pessoas que tocavam guitarra ou violão, pessoas que as vezes você não dá nada, mas elas sabem tocar. Até que chegou o 2° Festival de Música, que apesar de toda confusão, por falta de luz no dia, gente zangada, e pouco tempo, o que salvou aquele dia foi o Mestre Jedi Guitar Player, Mininél, o cara que me ensinou tempos atrás a tocar. Acho que ninguém filmou, ou se filmaram, escondem essas imagens, porque as cenas são fortes até para o Deus Metal, a banda dele, tocou as piores (no sentido de díficil) músicas para se tocar em um festival, Master of Puppets (Metallica) e Cowboys from Hell (Pantera), isso porque não deu tempo de tocar mais, imagina o que poderia vir depois? (tenso).

Aquelas imagens sucumbiram minha cabeça, era o melhor som que já ouvi de uma banda cover, não só falando do Mininél, mas da banda toda, e em uma área sem um som acústico adequado. Mais um motivo, de me matar treinando. Desde então minhas principais influências foram o Metallica e AC/DC. E a missão agora, era tocar no no próximo festival com uma banda.

Depois desse festival, pessoas que sabiam tocar alguma coisa, começaram a surgir como baratas. E tinha um carinha em especial, que tocava uma música que antes não tinha ouvido e que já citei bastante nesse blog, "stairway to heaven" do Led Zeppelin, a maior banda e a mais influente de todos os tempos. A primeira vez que ouvi, pirei, ele tocava com tanta facilidade. Me perguntou se eu sabia, mas como nem tinha ouvido ela não sabia, foi nesse dia que me zuaram, que eu não sabia tocar nada, pois não sabia stairway to heaven. Fiquei puto, cheguei em casa peguei o violão, sentei e olhei pra tablatura no guitar pro (programa de partituras) fiquei boquiaberto, era muito dificíl tocar aquilo, também, considerada a música mais bem feita, por Jimmy Page (melhor guitarrista) e Robert Plant (melhor vocal e compositor). Respirei fundo, e com muita calma e pasciência, fui pegando ela de pouquinho em pouquinho, até que descobri mais tarde, que acabei aprendendo ela melhor que o carinha que tocou a primeira vez. Já fiz o que tinha que ser feito, não humilhar ele, mas provar pra mim mesmo, que eu conseguia.

Depois tudo ficou mais fácil. Passei de ano, e nessas férias, aproveitei o que tinha que aproveitar, aprendi o que tinha que aprender e fui em lugares sensacionais, como à um estúdio. Nunca tinha ido em um, mas achei uma experiência nova. Um dia, bate na minha porta um colega, que eu não sabia que tocava baixo, ele me pediu um afinador pra afinar (lógicamente) o baixo dele, foi ai que ele falou que estava indo à um estúdio para ensaiar com a banda, que por uma acaso, não formados em Biologia inclusive ele, para a formatura. E me perguntou se eu não queria ir. Foi ai que cresceu a vontade de fazer uma banda de verdade.

Passou um mês, e conheci um amigo de um amigo meu, que queria que eu desenhasse um boneco vodoo, pra ele tatuar, conversa vai conversa vem, e descobri que ele tinha tocado no último festival da escola, ele era o batera da banda Maximum of Life.

Marcamos então de tocar qualquer dia juntos, já que ele tinha bateria em casa. E esse amigo dele, que também é meu amigo, estuda na escola, é baixista, e tocava também na Maximum of Life. Juntamos em um fim de semana, e ficamos tocando qualquer coisa, claro no limite de cada um. Foi quando eu falei que o Google, tinha batizado a gente, através de uma tradução tosca de uma pergunta no formspring. Fomos batizados então de... PILA NEGRA.

Mas como eu não estava levando a sério a banda e sim só por diversão, eu chamei de projeto... PILA NEGRA, já que só existiam 3 integrantes da banda, e os dois estão levando à sério, tanto que agora temos mais 2 integrantes, um vocal e outro guitarrista muito talentoso e cheio de criar riffs e solos. Ainda não tocamos juntos, com novas pessoas, mas o nosso próximo encontro promete o futuro da banda.

Por isso que eu falo: "Enquanto você sentir o rock nos seus dedos, e tocar com a alma, nada será um disperdicio e sim arte para os ouvidos das pessoas".



17 de fev. de 2010

Carnival Owned

Férias acabando, e eu tentando aproveitar meus últimos dias, no limite.
Nesse último fim de semana, fui na casa de um amigo, que por um acaso é o baixista da banda que tocamos (projeto... PILA NEGRA!). A nossa missão dessa vez, era tocar umas músicas emos para nossa amiga que pediu (como tinha dito no último post), além de comemorar o Carnaval em grande estilo.

Normalmente, eu não comemoro Carnaval, só assisto as mulheres peladinhas desfilando, o desfile pela televisão, e se assisto. Mas dessa vez foi bom ter “comemorado”. No domingo à noite, eu e uma galera tomada no Jiraya, fomos à um desfile que se não me engano era da 3° divisão das escolas de samba, na Politécnica. Antes de entrar naquela avenida gigantesca no qual ficamos a noite toda andando pra lá e pra cá, tínhamos que ser revistados, eu nunca fui revistado, ou molestado... (agora eu sei porque eu gosto de mulheres) foi a pior sensação do mundo, mas não entraremos em detalhes (hehe).

Mas essas caminhadas pra lá e pra cá, não eram por nada, e sim para arrumar alguém que beijasse um carinha maroto, que estava com a gente (não citarei nome), que por um acaso tem agora quatorze e meio de idade (piada interna).

Até que paramos para descansar, e o carinha maroto, falou: “Gente vamos comprar uma xoxota?” (cara de espantados). Pois é amigos, Carnaval é um loucura, sempre associado as coisas, com sexo, e essas bebidas eram essas coisas relacionadas como a xoxota, era uma bebida com vodka, sem contar o pau de índio, trepadinha de 4, me chupa, e outras obscenidades e bizarrices. No qual agora eu posso falar: “Eu já tomei e matei uma xoxota!”

No fim das contas eu e o baixista encontramos várias pessoas da escola, e o carinha maroto não conseguiu pegar ninguém de medo ou vergonha, ou os dois juntos. Mas o lugar onde estávamos não era realmente um lugar adequado para começar um relacionamento ou algo do tipo.

Por isso que eu falo minha gente, se beber não dirija.

Post Finished

14 de fev. de 2010

A girl who plays stairway to heaven (Uma menina que toca stairway to heaven)

A girl who plays stairway to heaven (Uma menina que toca stairway to heaven)

Hoje um domingo comum, mas não tão comum, pois nem estou em casa, e sim em Piru's House.
Eu e um amigo (não citarei nomes, como sempre) combinamos de nos juntar (de novo), pra tocar com o projeto... PILA NEGRA! Mas dessa vez não eram músicas de grandes bandas, como Iron Maiden, Kiss e Angra, que costumavámos tocar, e sim músicas digamos... power pop, ou para alguns "emo".

Pois é amigos, as pessoas que nos conhece nunca vão imaginar isso, mas é a realidade, e ela é dura e cruel.

Mas as vezes as coisas não dão certo, ai você pensa "Pô os caras nem sabem tocar nem música emo." Ai que eu respondo, sim, sabemos, mas as coisas não dão certo quando é pra dar. Pois bem, um retardado de um cidadão brasileiro, foi mexer na porra dos fios de um poste elétrico, estorando e tirando a luz de toda a "vizinhança". Ou seja, sem luz, sem músicas.

Passaram-se 3 horas sem luz, e fazendo um "luau" a luz volta e nós nos reunimos de novo. Mas espere... antes tinhamos 3 pessoas tocando, sendo um guitarrista, um baixista e um batera, mas para a nossa surpresa chegaram mais três só pra nos ver em "ação emo". E uma delas era a menina que toca stairway to heaven.

Tocando repetitivamente cada uma das músicas emos. Cansados demos um tempo até que ela fala: "Posso tentar tocar guitarra?"- "Ué pode!". Eu sem levar fé que aquilo ia algum lugar, prestei atenção no que ela fazia. Do nada ela toca um sweet child 'o mine, nothing else matters (tenso), eu tirando um "sarro" falo: "Ah só falta tocar stairway to heaven". Num é que ela tocou (tenso[2]), além dela ser "TÁ LOKO NENEN".



Por isso que eu falo "Pedra vira galinha".

Post Finished

1 de fev. de 2010

Busy

Opa! Nossa, meu blog já estava mofando aqui, e nada de atualizações diárias como "prometi".
Desde o último post, tenho andando meio ocupado, com coisas  tomadas no Jiraya, mas bem tomadas mesmo!
Primeiramente, meu projeto está saindo e daqui a pouco já poderei começar a fazer o mangá.
Segundamente (?) ontem, domingo, marquei com amigos meu para tocarmos um rock n' roll. Primeira vez que toco com um batera e um baixista, apesar que zoamos muito, foi bem construtivo. Por enquanto somos apenas um projeto, mas não um projeto qualquer não leitores, se chama: "projeto... PILAA NEGRAAAAA!". Em breve faremos turnês por ai (aaah é).

Hoje também, começou a rotina de cursos, esse ano farei curso de web designer (desenhista de páginas da web), mantenedor de microcomputadores (montar um pc), sem contar o mangá que esse ano fecharei com chave de ouro.
Primeiro dia nesses cursos, que entram muita gente, é um saco, tem que se apresentar, além de ficar ouvindo as normas, de novo, como no ano passado. O que diferenciou, foi "conhecer" o centro juvenil salesiano Dom Bosco, no meu caso e de amigos, já conhecíamos, então nada de surpresa. Sorte que saímos cedo no primeiro dia, porque tinha nada pra fazer lá mesmo, então dispensaram mais cedo. Foi bom, reencontrar alguns que ficaram, e conhecer o nosso professor, que aliás é novo por lá, mas o que me arrependeu de ir, foi a maldita chuva dessa tarde, ou dilúvio, que molhou minha calça e meu pé, que aliás tive que tirar ele e a meia pra torcer, dava até pra encher o balde d' água (tenso).

Falando em curso de mangá, acabei de lembrar que tinha coisas para fazer nas férias e não fiz, e agora tenho que correr atrás disso...

Fechando post com uma frase do dia de hoje: Chuva, chuva, chuva "CADÊ O NOÉ ESSAS HORAS?"


14 de jan. de 2010

Dia Sinistro - O sinal?

Contarei essa história, como primeira pessoa.

Dia Sinistro -  O sinal?

Estava eu e um amigo por uma jornada, levando o violão nas costas em todos os lugares que iamos, conhecemos vários tipos de pessoas, até que uma hora começou a chover, e fui correndo para um terminal de ônibus. Até que um cara sem camisa, com uma calça camuflada, olhos azuis, cabelos lisos para trás pediu o meu violão para tocar, nunca o tinha visto em lugar nenhum. Normalmente não empresto,eu meio sentido, nunca deixaria um desconhecido fazer isso, mas deixei.
Começou a tocar uma música uma música que tinha inventado, ela falava sobre dor, dragões e lágrimas além de ter me dado dicas como tocar blues. Então me pediu para que tocasse algo, mandei um Stairway to Heaven, ele observando me contou que o Jimmy Page é o maior satanista da Terra e que o Ozzy fico puto com ele pois ele tinha comprado o castelo do Mr.Crowley, um dia em seu castelo, se drogou de mais e viu a guitarra tocando essa musica sozinha.
O cara tocou mais uma música. Me levantei, falei que iria embora - Antes tenho um recado para você - ele disse - não confunda Deus, com rock ele esta acima de tudo , e se você ser assim, será abençoado pois você tem o dom, vou pedir pro nosso Pai te abençoar - apontando para cima e beijando a mão fechada - Fiquei surpreso e ao mesmo tempo agradecido, ele então perguntou meu nome, e dando lhe as costas virei e perguntei rápido qual era o nome dele, e ele me respondeu, Jesus!
Meio espantado, fui andando, e quando virei novamente ele havia desaparecido.

"Essa história é um fato"

Ou era um cara muito chapado ou era realmente Jesus. Um sinal? Será que o protagonista dessa história será mais uma lenda do rock? Não sabemos.


13 de jan. de 2010

Saíndo com o Demônio

Saudações Cordiais! 
Começando, não postei exatamente "hoje", no momento são 01h32m, tá bom que eu não cumpri o prometido de atualizar todos os dias, mas esse post vai ser o mito! Fiz coisas nunca realizadas por um homem e desvendei mistérios sobrenaturais, com certeza esse post equivale à uns 2 dias, então... ATÉ MAIS! (muhahahahahaha)

Cap.1 - Agitação

Tudo começou à tarde, quando estava me deliciando com uma cenoura crua, tocando meu violão, então um anão veio em minha casa para pedir ajuda para tocar seu instrumento de cordas. Não pensei duas vezes, na verdade, já estaria esperando o anão aquela hora. Então peguei a viola e fui tocar com ele, pois bem, estavámos em 5 pessoas (não citarei nomes), comecei a ensiná-lo, mas o tal anão místico não dava a maior atenção, ele até sumiu depois de uns minutos da rodinha. Percebi também que um do grupo também havia partido.
Guardei a viola e voltei. Saímos e compramos algumas guloseimas, até que encontrei a mãe de uma amiga minha muito querida pra falar a verdade. Depois disso só lembro de ter voltado, e um de nossos integrantes da rodinha retornou em seguida do anão.

Cap.2 - Não o conheço

Já havia passado horas, e o nosso "grupo" aumentou, realmente hoje parecia férias, todos reunidos e dando risada um da cara do outro. Até que uma certa hora esse grupo de destacou e virou dois, tudo por causa de algumas meninas, então o trio parada dura (não citarei nomes), ficaram conversando com elas.
Haviam 3 meninas, sendo que as conheço e 2 delas falo todos os fucking days e a outra falo quando é possível. A que eu não falo e uma outra que as vezes troco idéias, me comprimentaram, e a terceira que tenho mais intimidade, digamos nesse termo, nem olhou pra minha cara. Ninguém percebeu ou comentou nada (ainda bem), só pensava "Cara, nesse mundo a gente não deve confiar em ninguém mesmo!".
Mais tarde, os grupos novamente se destacaram e ficaram menores, foi ai que começou a melhor parte da noite!

Cap.3 -  Reencontro

"Tô com sede, vamo sair e comprar alguma coisa pra beber?". Grupo com 4 pessoas, mais ou menos 23h45, lá estavámos nós saindo do condominio, e procurando um posto de gasolina pra comprar algo. Fechados (FAIL).Viramos a esquina e 2 loucos (não citarei nomes) começou a causar na rua, um chutava o lixo, e o outro tirava um número de uma residência (foi tenso), digamos que o número dessa noite foi "3".
Perto dali um bar, com uns porra louca dessa vida, fumando e bebendo, o "tirador de números", foi em frente pra comprar, enquanto eu e os outros esperávamos do outro lado da rua. Olhei aquelas pessoas na frente do bar e reconheci duas, uma estuda na mesma classe que eu, e a outra já estudava tempos atrás (e de novo, não citarei nomes).
Dez minutos depois, lá vem o "tirador de números" com bavo de vinho e uma coca-cola de 1 litro com copos (festa!), descendo um pouquinho a rua, as mesmas meninas que eu reconheci veio falar comigo, parece que eu tenho algo poder louco de atrair as pessoas, enfim, apresentei o grupo à elas e conversei durante alguns minutos, relembrando velhos tempos e contando algumas novidades, coisas que pessoas que a muito tempo não se ve, falam normalmente.

Cap.4 - Saíndo com o Demônio

Muitas pessoas acreditam em Deus, outras não acreditam ou são de uma religião totalmente diferente, e ainda algumas, são até satanistas seguidoras do maligno. Falam que o demônio é um ser tomado que arrasta as pessoas para o inferno, e as tortura virando escravos dele, já eu aqui, sai com o suposto filho da Besta, em um "rolê", interminável e cheia de poderes sobrenaturais (voltei vivo!).
Lembram do "tirador de números"? Ele que é o suposto filho da Besta! Nesse post chamarei ele de... Capeta Mirim, um ser alto com cabelos longos e enrolados, usava roupas pretas com um sobretudo por cima.
Dessa vez haviam apenas 3 pessoas, começamos a andar, e encontramos uma praça cheia de adolescentes drogados e bêbados, Capeta Mirim, teve a brilhante idéia de passar no meio deles e dar um "Boa Noite", como se fosse uma boa noite, só de ver pela cara de medo deles dava pra perceber. Me sentia protegido e ao mesmo tempo vunerável perto do Capeta Mirim, enquanto nos contava uma história parecida com a cena dessa praça, começava com grupo de emos playboys bebendo e jogando uma garrafa de vodka no chão, Capeta Mirim com os mesmos trajes, mas dessa vez com um sobretudo arrastando ao chão falando "Boa noite", esbanjando se quer uma gota de sentimento em suas palavras, todos olharam e responderam, ele então foi partindo, quando se lembrou que tinha passado o olho em algo no chão perto do grupinho. Rapidamente voltou "Boa noite...quero saber quem jogou aquela garrafa no chão", todos apontavam para um cara do grupo, Capeta Mirim olhou e falou "Tá esperando o que? Jogue no lixo!", o cara retrucou "Mas...o...lixo...está...torto...". Com sua capa arrastando ao chão e sua sagacidade tomada, Capeta Mirim, foi até o lixo e colocou no lugar "Não está mais",depois disso todos do grupo levantaram pra pegar a garrafa.
Com essa história intrigante, aprendemos que? O Capeta é um cara que joga o lixo no seu devido lugar.

Mas alguns quarteirões, o nosso amigo (não citarei, não adianta!), foi tirar a água do joelho em uma outra pracinha que tinha uma casa, muito sinistra e com uma árvore mais estranha ainda no meio dela, mas o que assustava mesmo era o número da tal casa, o que fazia ela sinistra era o número... 666 (número da besta). Claro que o filho do próprio, não iria deixar uma oportunidade dessas escapasse de suas mãos, então resolveu escalar a PORRA do portão da casa (minha adrenalina a milhão), sai de perto no pique louco, quando olhei de volta só vi um manto preto voando pra cima de mim, cascando o bico. Foi ai que parei de fronte aos dois e lembrei do filme "Poltergeist  ", da árvore tentando comer um menino e a casa engolindo tudo (horrível esse filme, mas na época era assustador).
Que bom que no final voltei são e salvo pra casa, mas o Capeta Mirim ainda queria voltar na praça do grupo dos drogadinhos pra zuar (LOL?).
E com seus braços levantados, olhando pra mim, mostramos o cálice do poder do heavy metal...




Aeee finalmente acabei esse post levei uma hora pra escrever e lembrar de tudo (xisdê).

Fui!!!

11 de jan. de 2010

Dia agitado e ao mesmo tempo tranquilo

Hail!
Hoje fiz uma aventura com meu amigo Endi Tadashi, para comprar minha capa em um lugar que nunca tinha ido, na Teodoro Sampaio, Loja Hendrix Brasil, pra quem toca algum instrumento musical, aquela rua é o paraíso, uma loja uma do lado da outra!
Pois bem, hoje aprendi duas coisas, que em Pinheiros e na Av. Paulista, quase todas as pessoas são mesquinhas e que se você for em um lugar novo, e for pegar algum transporte público de volta, nunca siga adiante, volte o caminho que tinha feito...

Bem, eu e o Endi, somos grandes amigos, e as vezes aquela bendita frase "Duas cabeças pensam melhor que uma", não funciona com a gente, somos controlados por instinto e burrice! Estavamos em Pinheiros e de tanto andar, passamos por Rebouças, Consolação e chegamos na Av. Paulista! (PQP!). Pareciamos dois drogados dando risada no meio de São Paulo. Mas o que valeu a pena mesmo foi quando ele quase tomou um capote, por causa de uma cãimbra no pé e não conseguia andar parecua um aidético (hahaha).

Ai ai, pelo menos deu tudo certo, voltamos com vida para casa e eu com a minha capa nova pra Hanna (guitarra)!

Acabei o desenho da Biik, e fico satisfeito por ver o que eu crio pronto, além das mãos sujas de nankin =P

AH! Em breve sinópse do meu mangá!

>Fechando Post<

9 de jan. de 2010

Por Gi Feder, uma história fictícia sobre o nascimento de Paulo Ricardo.

Por Gi Feder, uma história fictícia sobre o nascimento de Paulo Ricardo.

"O Nascimento de um Latino Americano, Sem Dinheiro no Banco:


Como todos os seres humanos vivos e mortos, antes de nascer, eu estava na barriga da minha mãe. Após ter ganho na mega sena, minha familia resolveu fazer uma viagem de compras em Nova Iorque para torrar tudo que tinham ganhado. Como eu não tinha escolhas ainda, não pude fazer nada quanto a decisão. Partindo para o meu nascimento, que no caso é o principal a ser contado, o dinheiro estava acabando e então todos resolveram que deviam voltar para o Brasil, inclusive por precaução ao bebê que nasceria em pouco tempo da barriga de minha mãe. Tenho certeza que fizeram proveito do fato de estarem junto de uma gestante, por isso passaram rapidamente por todos os equipamentos de segurança até entrarem no avião. Ninguém desconfiava de nada, porém, logo depois que as luzes de apertar o cinto foram desligadas com o avião acima das nuvens, minha mãe sentiu que a poltrona estava um tanto molhada. A bolsa tinha estourado.

Quando ela percebeu, avisou a toda a familia rapidamente. Instantes depois as contrações começaram, e de repente, se tornaram freqüentes. As pessoas no avião estavam assustadas com o fato de que cada vez as dores se tornavam mais fortes. Então, um médico aposentado apareceu e se ofereceu para ajudar no parto improvisado. Tenho certeza que os gritos não eram fracos, e todos no avião deviam estar explicando uns aos outros o porquê de todo o agito. Assim, depois de muita algazarra e desespero, perto da fronteira de saída dos EUA, de acordo com o piloto, eu comecei a aparecer. E ao entrar no território da América Latina, um choro de uma criança ecoou pelo avião inteiro, o meu choro, trazendo ao mundo o futuro desenhista profissional e marido de Gisele Feder que ainda nem havia nascido.
*Junto de lágrimas, sorrisos, palmas e assobios, desconcentrando inclusive o piloto do avião, chorei novamente com medo da perca de controle da nave e também porque uma dor no meu ouvido me incomodava. Assim, recebi o nome de Paulo Ricardo, em homenagem ao médico Paulo, que foi essencial no meu nascimento e ao piloto Ricard, muito profissional que nos levava ao Brasil. Foi assim que fui considerado latino americano, com muito orgulho. E hoje, não encontro mais dinheiro no banco, pelo fato da minha família ter sido irresponsável e ter gasto todos os milhões de reais em uma viagem em que eu nem estava para aproveitar junto. E hoje não sou nada, sou apenas um rapaz latino americano, sem dinheiro no banco. Ah, mas a Gi Feder me ama muito e me acha perfeito, então eu tenho tudo. E esse foi o nascimento de Paulo Ricardo.” 

THE END!


Créditos: GiFeder

8 de jan. de 2010

A.D.A.D.U.P - Uma organização super secreta

Poucas pessoas sabem da existência dessa organização, já que ela é super secreta, só pessoas loucas o bastante, podiam entrar pra A.D.A.D.U.P. Só com uma série de requisitos, testes e uma assinatura poderiam mudar a vida de uma pessoa para sempre.
Escapei por pouco de uma morte trágica ao sair dela, infelizmente ela foi se desintegrando aos poucos, os integrantes não queriam mais saber de conquistar o mundo ou matar pessoas intrometidas, mas sim, sair de qualquer jeito, mas o que elas não sabiam que no contrato nas letras minúsculas estava escrito *Ao entrar pra A.D.A.D.U.P você responsável por essa assinatura acima, não poderá mais sair ou pedir demissão, caso contrário, morte instântanea.* (tenso).

E assim, as pessoas saiam e morriam, tragicamente, bem , pra falar a verdade nunca soube como elas morriam, só depois de ver o que tinha acontecido com Steve Vai (nome ficticio), logo após de ter descutido com a presidenta chefe fundadora da porra toda, ele simplesmente saiu, passou por mim sem falar nada e caiu no chão duro.
Pessoas lá dentro nunca comentavam sobre isso ou sobre qualquer informação capiciosa a respeito da organização, cada integrante tinha uma história, uma missão, um segredo e uma loucura. Nada fugia dos olhos da presidenta chefe fundadora.

Não podiamos falar, comer, ou olhar pra ninguém, só podiamos ver nossas famílias no Natal, e se elas estivessem no mesmo lugar, já que algumas famílias desapareciam sem deixar rastros. Era muito triste essa parte pois com um certo tempo alguns ficavam tão deprimidos que se matavam, esposas, filhos, avós, todos procurando alguma lembrança e um conforto para se apegarem e manterem vivos.

Eu posso até ter fugido da morte, mas estou um passo de ser morto... a própria presidenta chefe fundadora deve estar com uma Sniper apontando pra minha cabeça nesse exato momento, só esperando o momento certo para atirar.

Mas antes morrer, preciso falar algo do contrato, uma coisa que é imperdoável, essa sigla A.D.A.D.U.P significa.............................................................................................

1 de jan. de 2010

A Lenda de Carrot26 (The Mafia)



Tudo começou com uma mensagem...
"You're in the mafia"

Como assim? (wtf)

Não prestei atenção só continuei o jogo da vida, sem piscar muito menos respirar.
Outra mensagem...
"Just see it, check out"

Respondi:
-LOL.

Quando percebi Carrot26 estava buzinando do outro lado da rua, para entrar no carro e ir com ele. Entrei, sem perguntar nada, só olhei pra cima e atirava nos inimigos visíveis.
Batiamos feito loucos, até entrar por uma saída de um restaurante de classe altissima, com o carro. Carrot26 saiu do carro e eu também, ele apontou a arma para a cabeça de uma pessoa (a única pra falar a verdade), e atirou, sendo assim correu, correu e correu (eu atrás).
Pensei "Esse cara tá pensando que somos uma familia de mafiosos?"
E bem quando atravessavamos a rua, simplesmente descarreguei todas as balas da minha metralhadora israelense nas costas de Carrot26, aí que começou uma guerra sem fim.

Dizem que depois que Carrot26 voltou para recrutar outras pessoas pra me matar, ele foi morto dentro do carro e saiu.

Só digo uma coisa pra esse Carrot26: -BITCH!

Game Over =P